mercredi 29 janvier 2014

PRESSE


samedi 11 janvier 2014

LOGICA


Não gostaria muito de me atardar sobre questões de proximidade ilogica mas o irraciocismo humano é demasiado curioso, convidando-se a si próprio a olhar descaradamente para onde não deveria. Confúcio era um filósofo antigo ; Platão também o era. Ambos explicavam aos outros a arte de viver em harmonia com os outros e com a natureza. Tardivamente apareceram outros a dizerem a mesma coisa. Mas ninguém respeitou essas regras, começando por eles, dos quais uma boa parte acabou por se suicidar ou vítimas de violência, muitas vezes ocasionadas pelas convicções que endoutrinavam. 

Também houve os poetas, os profetas, os românticos. Que lhes aconteceu ou que aconteceu ? Houve guerras nas quais participaram esquecendo os princípios que endoutrinavam, ultrapassando por vezes os limites opostos às suas convicções. Os interesses políticos ou financeiros a que foram assujeitados tiveram razão deles finalmente.
Actualmente vive-se em Portugal algo de semelhante: mas o mal não vem de agora, lá isso não.
Também quero dizer com isto que Portugal não foge à regra, pois os seres humanos são pouco diferentes uns dos outros. Mas há uma certa diferença com certos Portugues.
O Povo sempre se considerou como um senhor no relacionamento com o seu vizinho. Sofria fome e frio mas considerava-se superior à maioria dos seus contemporâneos. Um habitante de uma outra província nunca era o bem-vindo e o da proxima aldeia apenas tolerado. E quando possedia uma galinha a mais jà se considerava um manda-chuva.
Porém era humilde. Temia o mais forte e servia-lhe mesmo de servo afim de obter a sua benção. Não hesitava a esperar um dia ou dois por sua vez numa bicha que regozijava o empregado administrativo.
Alguns emigraram e quando obteram uns quantos tostões pensavam que o resto da população do seu País deveria trabalhar de borla para ele, assim que ele o fez anteriormente.
Acima deles estão os barrigudos que não necessitaram emigrar porque sempre no andar superior. Pecaram também porque semelhantes aos outros salvo que em graus diferentes. Mas sendo eles que guardavam as chaves, já se sabe, ninguém é melhor servido que por si mesmo.
Mas se o pobre obedece à pazada do rico, também inveja o seu pareceiro de infortúnio, d'aí um mal ainda maior que acabou por enferrujar o País. 
Os bancos começaram a emprestar dinheiro e os pequeninos que não o tinham quizeram também ter uma casa ou um bom carro, tão bons ou melhores que os do vizinho, mesmo se para tal não saberiam como pagar um empréstimo imposto práticamente por um banco e por uma Europa disposta a vender o que quer que fosse e a todos os custos.
E o Povo esperto que não deu por ela : "Porque não gastar se a Europa nos envia dinheiro ?"
E o Estado mais esperto ainda : "Deixar andar ! Para o próximo mandato não estaremos cá".
E a toda esta gente experimentada pouco lhes importavam um futuro que para eles estava longínquo mas que por ele se fizeram apanhar. Certamente que não nem haviam a cultura de Confúcio nem a de Platão mas deviam haver pensado neles e noutros casos anteriores.

Je  ne sais pas pourquoi que lorsque  l'on  veut commenter  une  édition dans laquelle les commentaires  sont acceptés, il faut s'inscrire sur  ladite page  du  site. Tout va bien jusque-là, mais si l'on a envie de visiter une  centaine de  sites de  quotidiens ou autres, il  faut alors  ouvrir  une centaine de  comptes avec autant d'identifiants et de mots  de passe. À  la fin, notre bloc-notes  contiendra plus de mots que  le dictionnaire le plus sophistiqué, à la  fin de l'année, si l'on est un utilisateur ou lecteur assez  assidu,  évidemment.
C'est regrettable  car de la manière  l'on ne  peut pas se faire une idée de  la  pensée générale ou universelle, certains journaux  n'étant pas assez  objectifs  ou appartenant même à un groupe politique ou ethnique ; ou ayant même des idées religieuses ou sectaires.
Les lecteurs d'un  quotidien n'ont toujours pas les mêmes idées que les  autres mais en général assez proches, puisqu'ils  aiment des contenus identiques.
Puis, sur un fait choquant et mordant, il y a une certaine catégorie  de  gens qui réagit toujours, parce  que ce soit qu'elles  sont plus sensibles que les autres, soit parce qu'elles on l'habitude  de réagir à toute sorte  de  matière  choquante ; soit aussi pour passion ou un autre  motif quelconque assez proche.
De  toutes manières les statistiques sont faussées  parce qu'il y a beaucoup de  personnes  que n'y réagissent pas : soit  parce que  cela ne les  intéresse  pas, soit  parce  qu'elles n'ont pas le  temps  de  s'en occuper, soit aussi qu'elles n'on pas lu l'article en question et qu'elles ignorent le  contenu. Il y aussi des  centaines  d'autres raisons pour laquelle  une personne  réagit ou  pas.  Ce n'est pas comme lorsque d'un vrai sondage où chacun donne son opinion ; ce n'est pas une science exacte.

Enfin, il est vrai qu'un quotidien ou n'importe  quel autre  media a besoin d'une clientèle ; mais depuis que  l'on ouvre des débats publics sur des surfaces telles que l'Internet, on devrait tenir compte de l'avis des autres lecteurs occasionnels et qui sont plutôt intéressés par l'information, quelque  soit le  journal ou magazine sur lequel  occasionnellement ils ont jeté leur dévolu. 

mercredi 8 janvier 2014

Oiseaux

 LUZ














                                                                                         

mercredi 1 janvier 2014

CALENDÁRIO MÊS DE JANEIRO


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