IGNORONS - AS DE COEUR Vous croyez peut-être être l’unique détenteur de la vérité, être le plus fort, tout savoir. Vous êtes dans une bulle et il vous semble que tout se qui se trouve à l’extérieur est infecté d’ignorance et que personne ne cherche la vérité, la vraie vérité, le savoir. Les années passent. Vous vous obstinez à croire à vos principes, principes que vous croyez fondamentaux, d’ailleurs. Puis, petit à petit, votre esprit s’éclaircit de plus en plus. Vous êtes toujours persuadé que la lumière vous accompagne depuis votre naissance. Le temps avance à pas lents, puis, il commence à accélérer progressivement jusqu’à un moment que vous ne le contrôlez plus. Là, vous comprenez enfin que vous ne l’avez jamais contrôlé, vous commencez à douter de votre propre existence même. Et vous vous posez la question que tout le monde se pose à un moment ou un autre de son existence ; vous vous questionnez sur votre passé, ce que vous avez fait de positif depuis que vous êtes né, qui vous êtes même, les bonnes et les mauvaises actions de votre vie passée, ce que vous faites de positif à présent, quelles sont vos perspectives à plus ou moins long terme, où vous allez, dans quelle direction faut-il y aller. Puis vous vous demandé qui vous a aidé, vous aide et vous aidera dans votre marche effrénée vers la fin de votre parcours. Oui, un parcours que vous n’avez jamais contrôlé et que vous ne contrôlez point. Parce que vous n’avez guère de repères, que ceux qui pourraient vous aider ne sont plus là, que vous vous retrouvez tout seul, recroquevillé sur vous-même, sans famille, sans guide spirituels, sans amis, sans relations… et vous commencez enfin à comprendre ce que la vérité est éphémère et illusoire, que le savoir se perd, s’oublie, et finalement la vraie vérité : que votre savoir était superficiel, irréel, à peine une croyance ou une illusion. Et les années passent encore, et le torrent du temps progresse vers un lointain aval qui se rapproche de plus en plus. Ce que vous croyez éclairci s’obscurcit, les souvenirs deviennent confus, vous oubliez vos familiers, anciens amis, collègues, camarades, relations, connaissances. Votre peau se ride parallèlement à votre esprit… Mais à ce point-ci, vous commencez à vraiment réfléchir, la sagesse fait on apparition dans votre conscience. Vous regrettez alors vos écarts de jeunesse, votre passé insoucieux ainsi que votre ignorance qui vous faisait croire que vous connaissiez tout, en vous mentant à vous-même, en trompant votre entourage. La lumière illumine alors des pénombres qui furent jusqu’à ce moment impénétrables, à cause des mauvais démons trompeurs qui suivent tout être humain au cours de sa relative courte vie. Un ange des ténèbres qui nous accompagne en même temps que le bon ange gardien, des anges qui pèsent le bien et le mal, qui nous font basculer d’un extrême à l’autre, l’un qui nous empêche de réfléchir, l’autre qui y est opposé, deux oppositions, le bien et le mal, le savoir et l’ignorance, le chaud et le froid, la santé et la maladie, le Ying et le Yang, l’eau et le feu, la terre et la mer… enfin, vous vous apercevez combien vous êtes bête, que vous n’êtes qu’un point sur terre, un grain de sable, insignifiant. Mais réjouissez-vous, car vous êtes un être humain que tout le monde doit respecter, dites-vous que vous êtes là pour quelque chose, que vous continuez à être utile d’une manière ou d’une autre, enfin, que vous existez, avec ou sans défauts, mais que vous êtes là.
Arco iris Arc en ciel Rainbow Couleurs de la nature. Le noir et le blanc sont aussi beaux, Car couleurs de race pure.
jeudi 28 février 2013
IGNORONS - AS DE COEUR
lundi 25 février 2013
dimanche 17 février 2013
samedi 16 février 2013
A RTP, « nos tempos que já lá vão », mostrava quase todo o seu conteúdo legendado em português por este ser quase todo de criação estrangeira. Raros eram os momentos nos quais se podiam ouvir música portuguesa ou um programa completamente na nossa língua. A música então era toda cantada em inglês ou em espanhol, os filmes eram americanos ou franceses, poucos em espanhol. As poucas peças de teatro que apresentavam eram uma das poucas coisas que eram faladas em português e sem legendas. Depois apareceram as telenovelas brasileiras com um português colorido e bastardo, que encantava todas as donas de casa, numa altura em que as distrações eram rarissimas. Muita gente falava com um acento forte, influenciado pelo que via e ouvia na televisão. Apareceram então os desenhos animados dobrados em brasileiro e as crianças começaram a dizer palavras que não existiam então na sua língua de origem. Tudo isto numa altura em que os cantores brasileiros eram os reis da canção no nosso pobre país, já traumatizado então por uma grande pobreza moral e física. Atualmente que há programas em português, eis que os senhores que querem mandar na casa da gente, se metem a dobrar e a legendar o conteúdo destes programas em inglês, esquecendo eles que os Ingleses não passam cartão a programas de baixo nível. Como se não bastasse, eis que nos codificaram a língua com o que eles chamam acordo ortográfico, um acordo ao qual ninguém passa cartão e com o qual nem toda a gente está de « acordo ». Será assim que eles querem divulgar a língua portuguesa no Mundo ? E o Governo deixa fazer tudo isso ! Essa gente tem asas para voar mas o Governo ainda lhes dá boléia enquanto cortas as asas e os membros aos mais frágeis, ao cidadão ordinário. É verdade que o Governo Português é refém da tróika e cúmplice paralelamente dela. Como toda esta gente só fala inglês… O que mais chateia são as pessoas que têm a mania de falar inglês e que não comprendem o que os Ingleses dizem. Isto é : «falar só p’ra Inglês ver ! ».
vendredi 15 février 2013
mercredi 13 février 2013
VADIOS
Não sei onde vamos chegar continuando com este rumo. A vida é cada vez mais difícil, os aumentos inverteram-se, os políticos não são mais dignos de confiança, a economia agravou-se ! A juventude é perversa, o padre é pedófilo, o bom samaritano é ladrão. Quem não trabalha não recebe, aquele que trabalha ganha apenas para pagar as despezas que os que não fazem nada contraem ; e o Estado leva-lhe o pouco que sobra. Habito um imóvel no qual vivo como refém : e pelo preço do aluguer, e pelo preço das despezas, e pelo preço dos impostos. Juventude drogada apoderou-se em « squat » dos corredores, e das escadas, e do « hall » do prédio. Fumam tabaco e haxixe, bebem comem e fazem lixo, sujam o chão e as paredes com tags às quais os actuais intelectuais chamam arte ; e ainda por cima insultam agressivamente os habitants do prédio. Trazem aparelhos eletrónicos que ligam nos quadros elétricos dos inquilinos, gritam, cantam, dançam, terrorizam. Chamei por três vezes a polícia, responderam-me que sim e ninguém apareceu. Fui ao comissariado e respoderam-me que se ocupariam disso : ninguém se ocupou. Fui aos serviços camarários encontrar responsáveis : recebi respostas positivas sempre mas não vi nada de concreto. Enviei correios eletrónicos à Perfeitura de polícia : respoderam-me que os serviços competentes haviam sido informados. Outros inquilinos queixaram-se igualmente e chamaram a polícia : ninguém apareceu. A crer que a polícia os teme. Mas essa canalha não teme nem a polícia, nem a nós, nem a ninguém. Os administradores do prédio dizem-nos que não são eles a polícia e que nós devemos chamá-la ; a própria polícia diz-nos igualmente que devemos chamá-los. Ninguém para tomar decisões afim de controlar a situação. Mas nunca se esquecem de nos dizerem que devemos pagar os desgastos feitos pela vadiagem. E as pessoas honestas pagam, e os vadios quebram. E há quem diga ainda que se vive bem em França ! e há quem diga ainda que se vive bem na Europa : uma verdadeira m…
mardi 12 février 2013
lundi 11 février 2013
samedi 9 février 2013
vendredi 8 février 2013
lundi 4 février 2013
vendredi 1 février 2013
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