Portugal é um pequeno País cujos bastidores se encontram assentes e identificados a um terceiro-mundismo do qual nunca se extraíu. Na cena política internacional, promulga alto e forte leis defendendo direitos de avançado-centro no domínio do progresso, progresso “tapa-olhos” , aliás.
Organizam-se “espectáculos”desolantes, horríveis, sangrentos,puros massacres dignos da idade média, da qual o nosso País nunca saiu, infelizmente. Matam-se animais cujo sangue excita um público alvoroçado pelo clamor ambiental, sugerido por promotores de espectáculo, puros ratos da finança.
A pessoa não evolui porque o meio ambiental não o permite e enquanto os interesses dos grandes dignitários estiverem em jogo ;.adormer o povo para controlá-lo melhor, porque não ? Uma autarquia crê talvez fazer bem ao organizar estes espectáculos de outra idade afim de atirar fundos para o mealheiro do município ; mas não se apercebe que o turista estrangeiro, assim que alguns nacionais, têm horror dos espectáculos sangrentos e desconsideram o nosso País por essa e outras razões do mesmo tipo.
Outro motivo invocado pela comunidade internacional, é o problema da caça : dá-se alvará a alguns priveligiados para caçar numa época em que ninguém necessita da caça para sobreviver e que o faz em terrenos que não lhes pertence tampouco. E ousam chamar desporto ao feito de massacrar, de matar.
E a democracia em tudo isso ? Antigamente, a caça era reservada à nobreza e agora é reservada a outra categoria de gente ; e reservada porquê ?- É evidente que ela é reservada igualmente à classe dirigente, isto é, a todos, salvo à massa laboriosa, contra a vox populi.
Muitas aves estão em vias de desaparecimento. Portanto em Portugal exterminam-nas e comem-nas. Paradoxalmente , muitas ementas de certos restaurantes contêm passarinhos assados, fritos ou grelhados a todos os molhos, enquanto que a lei diz protegê-los.
Portanto necessitamos das aves para destruírem os insectos e outros nuisíveis aos homens, aos animais e às plantas.
Portugal necessita modernismo e não regressão, progresso e não estagnação. Chamar tradição a actos bárbaros é apelar à regressão e ao obscurantismo.
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