A obesidade é uma antítese consequente ao bem-estar actual, onde a má qualidade e a dureza da vida já não são os mesmos de outrora, felizmente. Ela impede as pessoas de viverem uma vida normal, na maior parte dos casos, por impedi-las de se movimentar como toda pessoa normalmente constituida. E as pessoas para se sentirem bem em sociedade, necessitam uma certa elegância afim de não se sentirem excluidos dela.
Uma pessoa bem constituida não é sinónimo de pessoa magra. Há limites a tudo : uma musculatura é necessária ao bom funcionamento de todo organismo vivo assim como alguma gordura em consequência.
Há que saber diferenciar também um gordo de um obeso : este último sofre de uma verdadeira doença que precisa tratamento médico e recorrer à cirurgia em muitos casos graves.
Muita gente, raparigas novas em particular, vive ao ritmo dos “media” e vê nos seus ídolos a imagem que ela se representa da beleza : as estrelas de cinema, os manequins, assim como os grandes deste mundo, apresentam-se em público todos bonitos, bem vestidos e todos parecem ser bem constituídos. Ao querer imitá-los, essa gente está pronta para sofrer os maiores sacrifícios e martírios.
Os sentimentos de complexo (Porque um complexo é um conjunto como muita gente sabe.) são naturais em todos nós, infelizmente, sem exclusão alguma. Todos nós nos sentimos indispostos quando um pequeno defeito, muitas vezes imaginário, surge. Preocupamo-nos logo a corrigi-lo e a disfarçá-lo com um “make-up” ou outra artimanha. Se é um abdómen um pouco voluminoso…Ai Jesus !
Os hómens (e mulheres) de negócios, especialistas do marketing e da especulação, encontraram aqui um supernegócio lucrativo : basta ver todas as publicidades apresentando aparelhos de tortura, mais disparatados uns que os outros, assim como produtos à base de “vitaminas”, farinhas e outros.
Os regimes alimentares de emagrecimento encontram-se em todos os cantos de rua e como é proibido citá-los… há-os de todos os nomes e de todas as cores. É a moda, a “New wave”, a ratoeira (Ai, Deus !).
Outra ratoeira a evitar : seguir um regime no qual se passe fome, que tem como consequência inevitável o efeito de vaivém (yo-yo em francês). Pois logo que cessemos uma dieta a gordura apodera-se de nós como um desafio ao afronto que lhe fizemos. De um dia para o outro encontramo-os com mais quilos que antes de começar o regime.
O remédio
É simples, basta comer e beber simplesmente produtos normais, desprovidos de gorduras e de feculentos. Dizem as pessoas que o azeite de oliveira é muito bom para a saúde. É verdade, evidentemente. Mas um azeite ou uma manteiga contêm muitas calorias : comer uma salada a nadar no azeite é como se se comesse um bocado de toucinho do mesmo peso. Uma boa salada com um mínimo de de azeite não faz engordar ninguém. Os bons legumes verdes, a fruta, o peixe, o frango e o perú (Evitar a pele) também não fazem engordar ninguém. Se evitarmos os açúcares – rápidos e lentos,- o chocolate, o álcool, os sumos engarrafados,tudo irá pelo melhor. Também se pode beber águas com gás e Coca-cola light.
Nenhuma necessidade de passar fome. Estes alimentos podem ser consumidos à vontade e à pessoa querendo emagrecer basta-lhe comer assim, sem seguir nenhum regime em particular e sem gastar um tostão em produtos mirabolantes e dispendiosos.
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