À primeira vista, e depois dos textos, o nosso País pertenceria aos cidadãos, visto ser considerado uma democracia de tipo ocidental,espécie de governos que se pretendem reis da liberdade e aonde todos têm algo a dizer, em cujos países seríamos todos iguais.
Mas a teoria é uma coisa, a prática outra e a realidade outra coisa ainda. Na aparência (que é ainda outra coisa), cada Português é prezumido possuir um bocadinho do País : não pertence este a todos ?
Que utopia ! Há bem quem possua um bocadão mas também há que nem um quinhão.
Raios partam a democracia então, porque de barriga vazia não se pensa bem, somos excluídos dela. A igualdade ? Qual igualdade ? – Em todo os casos,ela não se aplica aos pobres e aos ricos, tampouco a todas as camadas da sociedade.
É pena. Portugal que é um país tão bonito,não possuir os meios necessários para um justo e bom funcionamento que permitiria ao nosso povo de viver dignamente.
A quem a culpa ?
A culpa não pode ser implicada que aos políticos, maus gerentes cujos interesses pessoais primam sobre tudo e cuja vaidade (todos os Portugueses são vaidosos) os desinteressam dos verdadeiros problemas do nosso tão querido Portugal. Adormecem as pessoas com bonitas palavras, embriagam-nas com longos discursos,muitas palestras, futilidades.
Os canais de televisão nacionais adormecem-nos com Portugueses imigrantes em todos os cantos do Mundo, Portugueses que têm uma vida decente porque emigraram,mas esquecem-se dos outros.E porque partiram os emigrantes ? –Porque em Portugal é impossível viver para a maíoria, porque no País não existem soluções para os nossos concidadãos.
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